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"Todos os argumentos que provam a superioridade humana não eliminam este fato:
no sofrimento os animais são semelhantes a nós."
Peter Singer - Filósofo e professor de bioética na Universidade de Princeton, autor de Libertação Animal (1975)

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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Ainda há esperança para a ararinha-azul

“Duas ararinhas-azuis de uma espécie criticamente ameaçada de extinção estão sendo trazidas de avião da Alemanha para o Brasil nesta terça-feira (26), informa o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), ligado ao Ministério do Meio Ambiente.

O tráfico dizimou as populações da ararinha-azul
Foto: Divulgação/Al Wabra Wildlife Preservation

O objetivo de trazer as aves é fazer com que elas se reproduzam e, com isso, promover o aumento na sua população em cativeiro no Brasil, afirma Camile Lugarini, coordenadora do Plano de Ação Nacional (PAN) para a Conservação da Ararinha-Azul.

"Nossa ideia é ter indivíduos suficientes em cativeiro para efetuar a reintrodução em seu habitat natural daqui a alguns anos”, avalia Camile. O animal, que é nativo do Brasil, não é encontrado na natureza desde 2000 e atualmente só existe em cativeiro.”
– texto da matéria “Ararinhas em risco de extinção são trazidas da Alemanha para o Brasil”, publicada em 26 de fevereiro de 2013 pelo portal G1

A ararinha-azul (Cyanopsitta spixii) é uma espécie endêmica (que só existe em determinado local) da Caatinga e que está extinta na natureza. O desaparecimento da ave ocorreu em virtude da destruição de seu hábitat (a caatinga baiana, desde o extremo norte da Bahia até o sul do rio São Francisco) e, principalmente, pela ação de traficantes de animais.

A espécie foi considerada extinta na natureza pelo Ibama em 2000. Atualmente, existem 79 ararinhas-azuis em cativeiro. A maior parte delas vive fora do Brasil – em criadores particulares, na Loro Parque Fundación (Espanha) e na Al Wabra Wildlife Preservation (Catar). A ave foi representada no desenho Rio, idealizado e realizado pelo carioca Carlos Saldanha, pelo protagonista Blu.

“A primeira experiência de reintrodução das ararinhas na natureza, desde que haja condições (com o aumento da população em cativeiro), está prevista para ocorrer até 2017, segundo o ICMBio. (...)

Somente 79 ararinhas estão vivas. Todas em cativeiro
Foto: Divulgação/Al Wabra Wildlife Preservation

Caso os esforços de reprodução sejam bem-sucedidos, as ararinhas devem ser reintroduzidas em seu habitat. O projeto é uma parceria entre o governo brasileiro, ONGs e organizações privadas. As instituições vêm trabalhando para preparar o habitat, situado no norte da Bahia, com projetos de recuperação ambiental e educação para as comunidades do entorno.”
– texto do G1

Ainda há esperança...

- Leia a matéria completa do G1
- Assista à matéria da TV Globo sobre a chegada das ararinhas-azuis

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