terça-feira, 21 de maio de 2013

Alimentando o tráfico de animais para turistas

“Núcleo de Estudo e Pesquisa em Animais Selvagens (Nepa) com o apoio do Grupamento Ambiental de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, apreenderam em Varre-Sai, no Noroeste do Estado, nove animais silvestres em um hotel fazenda da região.

Apreensão de animais no hotel fazenda
Foto: Divulgação

De acordo com os guardas ambientais, a denúncia partiu do Ministério Público e teve o apoio da Defesa Civil de Varre-Sai. Foram apreendidos cinco jabutis, dois macacos pregos e dois quatis.”
– texto da matéria “Animais silvestres são apreendidos em hotel fazenda de Varre-Sai, RJ”, publicada em 15 de maio de 2013 pelo portal G1

Em 2001, a Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) estimou que 38 milhões de animais silvestres são retirados da natureza brasileira, por ano, para abastecer o tráfico de fauna. Muitos animais são vendidos para pessoas que alegam gostar de animais e, por isso, mantém aves em gaiolas e primatas em pequenas jaulas ou acorrentados. Outros tantos animais são vendidos para gente que os explora para ganhar algum dinheiro.

É o caso do proprietário do hotel fazenda. Em clima bucólico, os turistas buscavam descanso próximo à natureza. Mas e os animais em cativeiro? Será que é legal procurar contato com o “verde” enquanto animais perdem a liberdade e ecossistemas são afetados em seu equilíbrio?

Consumidor também pode ajudar na conservação ambiental. No caso, os hóspedes.

- Leia a matéria completa do portal G1

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