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"Todos os argumentos que provam a superioridade humana não eliminam este fato:
no sofrimento os animais são semelhantes a nós."
Peter Singer - Filósofo e professor de bioética na Universidade de Princeton, autor de Libertação Animal (1975)

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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Os integrantes do tráfico de animais

“A Polícia Ambiental encontrou mais de 80 pássaros silvestres presos em cativeiro em uma residência no bairro Vila Margarida, em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, nesta sexta-feira (6).

O mesmo sujeito que capturava vendia as aves
Foto: Reprodução RPC TV

De acordo com a polícia, o proprietário confessou que ele mesmo capturava as espécies na região e depois traficava os animais. Na residência foram encontrados canários e até papagaios. Os policiais chegaram até o local depois de receber uma denúncia anônima.”
– texto da matéria “Polícia Ambiental apreende mais de 80 aves silvestres no Paraná”, publicada em 6 de dezembro de 2013 pelo portal G1

Quem captura é quem vende. Bastante comum no tráfico de animais, principalmente nas comunidades do interior. Nas grandes cidades, o vendedor recebe os animais de intermediários, que os transportaram até o centro urbano após receberem os bichos de quem os capturou.

Não importa se o sujeito capturou, armazenou, transportou ou somente vendeu o animal. Ele é traficante.

E esses traficantes são sustentados por quem compra, por pessoas que gostam de criar animais silvestres como bichos de estimação. É o passarinho na gaiola, o papagaio no poleiro ou o macaco na corrente. Com o “consumidor” fecha-se a corrente do crime que retira, anualmente, 38 milhões de bichos da natureza brasileira (estimativa de 2001 da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres, Renctas).

- Leia a matéria completa do portal G1

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