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"Todos os argumentos que provam a superioridade humana não eliminam este fato:
no sofrimento os animais são semelhantes a nós."
Peter Singer - Filósofo e professor de bioética na Universidade de Princeton, autor de Libertação Animal (1975)

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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Para variar, poder público não faz sua parte

“A Unidade de Medicina Veterinária, da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS) – Campus Realeza é, atualmente, um dos únicos centros de referência no atendimento a animais silvestres na região Sudoeste do Paraná, de acordo com o 3º Pelotão da Polícia Militar Ambiental, de Francisco Beltrão.

Filhotes de coruja-da-igreja atendidos na UFFS
Foto: Divulgação UFFS

(...) O sargento-comandante do 3º Pelotão da Polícia Militar Ambiental, Charles Luis Civa, explica que antes da existência do projeto, os atendimentos a animais silvestres eram feitos por médicos veterinários voluntários. "Hoje é crucial o projeto da UFFS, pois é o único centro de tratamento habilitado na nossa região. O pessoal da Unidade de Medicina Veterinária tem uma agilidade significativa, sempre estão dispostos a nos atender", destacou.” – texto da matéria “UFFS – Campus Realeza é referência no atendimento a animais silvestres na região”, publicada em 18 de dezembro de 2013 pelo site Jornal Novo Tempo

A unidade veterinária atende animais apreendidos pela Polícia Militar Ambiental, tais como atropelados, vitimas de maus tratos e recém salvos do tráfico necessitando de atenção médica.

“(...) Encontramos animais em diversas circunstâncias, mas podemos dizer que um terço deles são vítimas de atropelamentos”, afirma o sargento-comandante do 3º Pelotão da Polícia Militar Ambiental, Charles Luis Civa, na matéria do Jornal Novo Tempo. A maioria dos atendimentos envolve aves.

Chama a atenção a dependência que a Polícia Militar Ambiental tem desse serviço oferecido por uma instituição de fora da gestão pública ambiental. E é assim em todo o país.

O poder público não investe em atendimento com veterinários e biólogos para o momento imediatamente após a apreensão ou a qualquer ocorrência envolvendo silvestres. Esse trabalha acaba nas mãos, na maioria das vezes, de universidades e ONGs.

Fauna silvestre não é prioridade no Brasil.

- Leia a matéria completa do Jornal Novo Tempo

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