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quinta-feira, 15 de maio de 2014

Solturas como ferramenta de inclusão e educação

“Assim que se encheu de coragem, Thiago Luciano de Paula, 9 anos, estendeu as pequenas mãos e recebeu do policial ambiental um assustado passarinho, que acabara de ser libertado de uma gaiola de madeira. O menino segurou a ave com extremo cuidado, como se fosse a mais bela joia da humanidade. Depois, esticou os braços e libertou o bichinho. Em pé, assistiu à ave ganhar o céu com rapidez para, em seguida, desaparecer nas frondosas árvores da Estação Ecológica do antigo IPA. A cena mágica se repetiu várias vezes.

Soltura como ferramenta educativa
Foto: Guilherme Baffi

Vinte e quatro estudantes com necessidades especiais da escola Renascer, de Rio Preto, participaram na manhã desta segunda-feira, 12, da soltura de cem pássaros, das mais variadas espécies.” – texto da matéria “O voo da liberdade e da educação ambiental”, publicada em 13 de maio de 2014 pelo site Diario Web (do jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto – SP)

Respeitadas as necessidade técnicas para as solturas, a participação de crianças e adolescentes nesses eventos pode ser uma ótima oportunidade para sensibilizá-los sobre a necessidade de respeitar a fauna silvestre. Em Rio Preto, a retomada da liberdade foi acompanhada por jovens com idade entre 7 a 13 anos e problemas como síndrome de Down e autismo. A ação foi organizada pela Polícia Militar Ambiental.

- Leia a matéria completa do Diario Web

quinta-feira, 15 de março de 2012

Criadouros: o buraco negro do tráfico de animais

“O escritório regional do Ibama de Rio Preto divulgou balanço da Operação Sem Floresta revelando ter aplicado R$ 3,2 milhões em multas por irregularidades ambientais na região. A operação, iniciada em outubro de 2011 e completada este mês, apreendeu 1.391 animais. Dentro os animais apreendidos estão jabutis, jiboias, iguanas, cachorro do mato, gato do mato, papagaios e curiós, considerados animais silvestres.” – texto da matéria “Ibama multa em R$ 3,2 mi irregularidades na região”, publicada em 10 de março de 2012 pelo site do jornal Diário da Região, de São José do Rio Preto


Jabutis apreendidos pelo Ibama
Foto: Divulgação Ibama

E sabe onde estava a maioria desses animais? Com criadouros comerciais e conservacionistas que deveriam trabalhar apenas com espécies permitidas pelo Ibama e com bichos de origem comprovada. A operação faz parte do processo de passagem da gestão da fauna silvestre, no estado de São Paulo, do órgão federal para a Secretaria de Estado do Meio Ambiente.

Os criadouros de fauna silvestre (conservacionistas, comerciais e científicos) são, na maioria dos Estados, registrados e fiscalizados pelo Ibama (o estado de São Paulo começa agora a assumir essa gestão). A deficiência do órgão federal em acompanhar a atividade desses estabelecimentos permitiu que os mesmos se transformassem em centrais de tráfico de animais. Isso em todo o país.

Se fosse feita uma fiscalização séria sobre os criadouros, acho que as feiras do rolo das periferias e cidades do interior ficariam com inveja da quantidade de animais traficados.

- Leia a matéria completa do Diário da Região