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quarta-feira, 6 de março de 2013

Grandes primatas são vítimas de traficantes especializados

“Cerca de 3 mil grandes macacos morrem ou são capturados a cada ano devido ao comércio ilegal, segundo um relatório da ONU publicado nesta segunda-feira (4).

Entre 2005 e 2011 estima-se que mais de 20 mil exemplares de grandes macacos foram vítimas da caça ilegal, segundo o estudo elaborado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que supervisiona um programa específico de conservação conhecido como Grasp.”
– texto da matéria “Cerca de 3 mil grandes macacos são vítimas de caça a cada ano, diz ONU”, publicada em 4 de março de 2013 pelo portal G1

Chimpanzé em cativeiro na Espanha
Foto: WSPA

Não bastasse a estupidez do número, que dá uma dimensão assustadora da pressão que chimpanzés, bonobos, gorilas e orangotangos estão sofrendo, a caça e a captura ocorrem na total ilegalidade. Essas práticas estão proibidas pela Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas (CITES). Apesar de a carne de muitos primatas ser apreciada em vários locais do mundo, o problema com essas espécies é outro: o tráfico de fauna.

“Segundo o relatório, muitos destes macacos são vendidos como animais domésticos a compradores ricos, que os veem como um símbolo de poder, ou são adquiridos por zoológicos de reputação duvidosa e explorados pela indústria do turismo ou do entretenimento.” – texto do G1

Vale a ressalva que o tráfico não é a única fonte de perigo desses animais. Perda de hábitat, conflitos armados com guerrilhas locais, ataques de fazendeiros para defender suas plantações e caça para o consumo da carne são outras ameaças.

Gorila morto no Congo
Foto: Brent Stirton

A extinção já é uma realidade próxima para muitas dessas espécies.

- Leia a matéria completa do portal G1

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Começar a semana pensando...

...sobre a história do mico-leão-dourado, uma vítima do tráfico.

“Entre 1960 e 1965, cerca de 300 micos-leões-dourados foram capturados anualmente, e muitos foram exportados do Brasil para o mercado de animais de estimação ou para zoológicos.”

Trecho do capítulo 9 do livro Mata Atlântica – Biodiversidade, ameaças e perspectivas, de Carlos Galindo-Leal e Ibsen de Gusmão Câmara

Só para lembrar, no final da década de 1960 havia cerca de 200 micos-leões-dourados vivendo livres na natureza. Hoje, esse número é de 1.700. A espécie está classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, sigla em inglês) como “em perigo” de extinção.

Foto: Hemera/ Thinkstock

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Reflexão para o fim de semana: vídeo alerta sobre caça e captura de elefantes

Um vídeo de quase oito minutos foi preparado pela EelphantVoices Brasil, ONG nacional que é um braço da EephantVoices e que luta para garantir um futuro mais gentil para esses animais através da investigação, conservação e partilha de conhecimentos.

Atualmente, as duas espécies de elefantes africanos sofrem gigantesca pressão da ação humana na busca criminosa por marfim e na disputa por espaço. Estima-se, segundo a ElephantVoices, que cerca de 100 elefantes são mortos por dia na África, o que resulta em mais de 30 mil morres por ano.

Elefantes em parque nacional no Quênia
Foto: Petter Granli

Além da matança, os elefantes sofrem com a captura para serem usados como meio de transporte de carga e como forma de entretenimento, em circos e zoológicos. Pense bem quando for pagar por algum espetáculos com esses animais. Você pode estar contribuindo para a continuidade do problema.

Assista ao vídeo e conheça o trabalho da ElephantVoices.


- Conheça a ElephantVoices Brasil (Facebook)
- Conheça a ElephantVoices (em inglês)