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"Todos os argumentos que provam a superioridade humana não eliminam este fato:
no sofrimento os animais são semelhantes a nós."
Peter Singer - Filósofo e professor de bioética na Universidade de Princeton, autor de Libertação Animal (1975)

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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Começar a semana pensando...

...na falta de consciência e crueldade de alguns: harpia é baleada em região onde a espécie não era vista há 40 anos.

“Quase um metro de altura e dois de envergadura de asas. Essas são as medidas do gavião real fêmea, adulto, de 7,5 kg encontrado no último fim de semana em uma fazenda do município de Cocalzinho, a 129 km de Goiânia. O último registro visual confirmado do animal da espécie Harpia harpyja em Goiás foi há 40 anos, segundo o coordenador do Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), Luís Alfredo Lopes Baptista.

Havia 40 anos que harpias não eram vistas em Goiás
Foto: Humberta Carvalho/G1


A ave, segundo relatório veterinário, foi baleada com chumbinho na asa esquerda e na pata. “Ela chegou aparentemente bem, embora a asa esquerda estivesse caída. É um animal belíssimo. É uma tristeza ele ter sido baleado. Quarenta anos sem ver um exemplar desse e a primeira vez que é visto depois de todo esse tempo é nessa situação”, lamenta Luís Alfredo.” – texto da matéria  “Gavião raro é encontrado em Goiás após ser baleado na asa e na pata”, publicada pelo portal G1 em 28 de agosto de 2012

Avistar a espécie em Goiás deveria ser motivo de alegria, motivando os pesquisadores a trabalharem para identificar como a ave está novamente chegando no estado e formas de protegê-la.

'“Para a gente, também é uma dúvida como esse animal veio parar em Cocalzinho. Levantamos algumas hipóteses de que ela estava tentando se estabelecer e veio descendo pelo corredor do Rio Araguaia, pelas matas do Tocantins até aqui ou, por muita sorte, pode ter se estabelecido já há algum tempo, provavelmente próximo à Serra dos Pirineus. Esse vai ser agora um dos focos da nossa investigação”, declara o coordenador Luís. O objetivo agora é saber se existem mais aves da espécie no estado.' – texto do G1

Mas o fato não pode ser totalmente comemorado por causa das condições do animal. Comentar o quê perante tanta crueldade? Será que campanhas de conscientização e educação ambiental funcionam com gente capaz de atirar na ave por prazer?

Fica a pergunta.

- Leia a matéria completa do portal G1

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