Mostrando postagens com marcador animal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animal. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Começar a semana pensando...

...na velocidade dos motoristas: atropelamento de fauna.
Foto: Paulo Yuji Takarada
“Para se ter uma ideia, eu tirei foto até de um beija-flor atropelado. Imagine a velocidade do veículo para poder pegar o beija-flor?”

Repórter cinematográfico Valdeci Queiroz, na matéria “Atropelando a natureza”, publicada em 23 de fevereiro de 2014 pelo site do jornal Diário de Cuiabá

- Leia a matéria completa do Diário de Cuiabá

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Entrega de 14 jabutis: preocupação com a Justiça e não com os animais

“Um morador de Marialva (a 18 quilômetros de Maringá) procurou a Polícia Ambiental de Maringá, na tarde desta segunda-feira (19), para fazer a entrega voluntária de 14 jabutis que pertenciam a sua mãe, recém-falecida. Os animais silvestres eram criados em uma chácara da família, na zona rural da cidade.

Dois dos jabutis entregues
Foto: João Cláudio Fragoso

Segundo a Polícia Ambiental, o morador - que não teve o nome divulgado - tomou a decisão de entregar os animais após o falecimento da mãe para evitar problemas com a justiça, uma vez que manter animais silvestres em cativeiro é crime previsto na Legislação Ambiental.” – texto da matéria “Morador de Marialva realiza entrega voluntária de 14 jabutis”, publicado em 19 de agosto de 2013 pelo jornal O Diário (Maringá – PR)

Felizmente, os animais foram entregues para, se houver possibilidade técnica, serem devolvidos à natureza e cumprirem suas funções ecológicas.

Infelizmente, o fator que motivou a entrega dos animais foi o medo de problemas com a Justiça e não pela consciência que o lugar desses bichos é na natureza.

Infelizmente, os órgãos de fiscalização, mais uma vez, se mostraram despreparados para apreender animais silvestres. Afinal, não há um procedimento rápido de pronto atendimento e de destinação inicial dos bichos. Veja:

“Por volta das 18h, a Polícia Ambiental ainda não havia decidido o destino dos animais silvestres, que estão na sede da Polícia Ambiental em Maringá. A expectativa era que eles fossem enviados ao Centro de Triagem de Animais, em Mauá da Serra.” – texto de O Diário

- Leia a matéria completa de O Diário

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Tamanduá atropelado: um animal atingido e duas mortes registradas

“Um filhote de tamanduá-bandeira foi encontrado no último sábado (20) às margens da rodovia Francisco da Silva Pontes em Itapetininga (SP). O animal foi resgatado por um motorista que trafegava pela SP-127, na altura do bairro do Porto, quando avistou o filhote e acionou a Polícia Ambiental.

O filhote levado para o zoológico Quinzinho de Barros em Sorocaba
Foto: Viviane Oliveira/TV TEM

O cabo da Polícia Ambiental, José Adriano Apolinari, acredita que a mãe tenha morrido atropelada. “O animal se desgarrou das costas da mãe e estava perdido. Provavelmente ela foi atropelada, ele teve muita sorte de sobreviver”, explica.”
– texto da matéria “Filhote de tamanduá-bandeira é achado em rodovia de Itapetininga”, publicada em 22 de abril de 2013 pelo portal G1

Quando a imprensa aborda os atropelamentos de animais silvestres em rodovias, normalmente o foco fica restrito ao bicho morto. O caso do filhote de tamanduá-bandeira é um exemplo de um impacto gerado pela construção de estradas que vai além da morte de um exemplar.

Além da ausência no ecossistema do tamanduá-bandeira morto, já que deixará de cumprir suas funções ecológicas, o fato de haver um filhote envolvido amplia as consequências. Afinal, é bastante provável que esse animais nunca mais retorne à vida livre, pois será criado em cativeiro sem o aprendizado que a mãe e a natureza oferecem.

É possível concluir então que, apesar de o atropelamento ter vitimado fisicamente um animal, duas mortes aconteceram: a da mãe e do filhote, que pode ser considerado ecologicamente morto, já que não cumprirá seu papel no ecossistema (reprodução e predação, por exemplo).

Talvez, se inserido em algum programa de conservação da espécie, o impacto da ausência do filhote possa ser menor. Mas será que isso será feito?

- Leia a matéria completa do portal G1