“O Ibama, em ação fiscalizatória conjunta com os Correios, interceptou nesta semana, um pacote com aranhas caranguejeiras exóticas, provenientes de Joanesburgo, na África do Sul, com destino a uma cidade no interior do estado do Paraná.
A encomenda foi identificada nos procedimentos de raio-x dos Correios, quando então os agentes ambientais federais do Ibama depararam-se com produto de tráfico internacional de animais silvestres: quatro aranhas caranguejeiras exóticas, vivas, acondicionadas em recipientes plásticos, vindas diretamente do continente africano.” – texto da matéria “Aranhas vindas da África do Sul são apreendidas no Paraná”, publicada em 30 de janeiro de 2014 pelo portal Bonde
A hipótese mais provável é que as aranhas seriam criadas como bichos de estimação no Paraná e foram encomendadas via internet. Cabe agora a identificação do responsável por encomendar esses animais.
A introdução de espécies exóticas, que não são nativas brasileiras, é um risco. No caso de fuga dos animais, eles podem concorrer com espécies nativas, gerando desequilíbrio no ecossistema e até redução da população dos bichos brasileiros caso se adaptem e se reproduzam.
A transmissão de doenças, tanto para humanos quanto para outros animais, é outro problema, já que não se sabe as condições sanitárias do criador exportador bem como o estado de saúde das aranhas.
Negócio bastante arriscado.
- Leia a matéria completa do portal Bonde
Aranhas apreendidas nos Correios
Foto: Divulgação Correios
A encomenda foi identificada nos procedimentos de raio-x dos Correios, quando então os agentes ambientais federais do Ibama depararam-se com produto de tráfico internacional de animais silvestres: quatro aranhas caranguejeiras exóticas, vivas, acondicionadas em recipientes plásticos, vindas diretamente do continente africano.” – texto da matéria “Aranhas vindas da África do Sul são apreendidas no Paraná”, publicada em 30 de janeiro de 2014 pelo portal Bonde
A hipótese mais provável é que as aranhas seriam criadas como bichos de estimação no Paraná e foram encomendadas via internet. Cabe agora a identificação do responsável por encomendar esses animais.
A introdução de espécies exóticas, que não são nativas brasileiras, é um risco. No caso de fuga dos animais, eles podem concorrer com espécies nativas, gerando desequilíbrio no ecossistema e até redução da população dos bichos brasileiros caso se adaptem e se reproduzam.
A transmissão de doenças, tanto para humanos quanto para outros animais, é outro problema, já que não se sabe as condições sanitárias do criador exportador bem como o estado de saúde das aranhas.
Negócio bastante arriscado.
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